terça-feira, 1 de setembro de 2015

Goblins



Goblins são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes .
 Fazem parte do folclore nórdico, nas lendas eles vivem fazendo brincadeiras de mau gosto.

Os goblins são às vezes confundidos com os gnomos e muitas vezes, em inglês a palavra é traduzida como goblin, que designa também “duende” ou “diabrete”.


 Provavelmente, goblin ou gobelin deriva do vocábulo gob, nome que indica o nome próprio do rei dos gnomos.

Em algumas mitologias os goblins possuem grande força.



 Normalmente por serem seres de pouca inteligência e hábitos selvagens, moram em cavernas ou pequenas cabanas construídas com paus e peles de animais. 

Sua grande capacidade de sobrevivência os faz seres presentes em quase qualquer ambiente, sendo possível serem encontrados em montanhas, pântanos,desertos, pedreiras, florestas ou cidades.



Vivem em bando, com uma comunidade precária semelhante a uma sociedade de homens primitivos. 

Dentre seus armamentos se encontra a clava, machado de pedra, a zarabatana, além de pequenas lanças e pedras.


Eles pertencem ao grupo dos goblinóides dividindo-se em goblins,hobglobins  (parecidos aos goblins, porém maiores - de 1,40 m até a altura de um ser humano normal - e mais evoluídos) e os bugbears (maiores que um ser humano normal, muito mais fortes que os goblins e com a habilidade de se transformarem em ursos).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A Magia dos Elfos


                                  A magia dos Elfos

O elfo é um espírito da mitologia nórdica e muito mais.


Os elfos são símbolos da força do ar, fogo, terra, água e fenômenos atmosféricos em geral.


Eles são espíritos de aparência como seres humanos, alto e magro, mas forte e rápido, cara limpa e clara, orelhas levemente pontudas.

São descritos com uma grande visão e uma audição muito sensível.

Eles não têm barba, têm cabelos principalmente loiro e olhos azuis que penetram nas pessoas e vêm seus pensamentos com telepatia.
Eles têm a voz bonita e limpa.

São inteligentes e harmoniosos, com grande respeito pelos quatro elementos da natureza.

Alguns podem ser temperamentais, por vezes, benevolente e, por vezes com o homem que respeita-los, podem ser puros de coração e espírito e desejar ajudar.

Eles sabem como forjar espadas e metal, por conhecimento da magia.

Originalmente companheiros e graciosos foram concebidos e eram adorados como a força da fertilidade.

Eles vivem principalmente em árvores e escondidos em algumas florestas.

Nunca danifica alguma maneira, porque a natureza é parte de sua vida básica e da sua existência.

A consideração por natureza como uma entidade de grande espírito de éter, a mãe de todos os seres elementais.

Eles podem andar sem deixar rastros, auto-imunes e nunca adoecem, são resistentes a temperaturas extremas.

Os elfos têm uma longa vida sem a sua beleza envelhecer pelo tempo.

Dizem ser imortal, exceto quando ele está em guerra.

Existem muitas lendas associadas a esta figura mitológica, algumas das quais falam sobre as coisas ruins que eles fazem com os homens e o rapto de crianças humanas.

Os elfos têm uma hierarquia forte onde são as rainhas e reis dos montes das fadas, que muitas vezes é coberto por um cobertor de pilriteiro fresco.

São seres de postura e realeza dentro da natureza, e respeitam a vida da Mãe Natureza.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Sejamos leves ...


Nada, nesta vida, é nosso, a não ser a alma que carregamos e o peso que nela colocamos.

 Sejamos leves.... 

Não coloquemos em nossos ombros o que não é nosso, pois nos trará a dor de não entendermos e de não conseguirmos carregar. 

Devemos dar valor para o que Deus nos traz. 

Acolher e agradecer. 

A vida é gratidão e paz. 

É neste berço que o amor permanece. 

Separemos as sementes de 2013. Deixemos as que não frutificam...Vêem?

 São sementes mortas. Guardemos as sementes que germinam e plantemo-nas em 2014.

 Assim, aprenderemos a escolher as sementes. 

Aprenderemos a viver serenamente.

(autor desconhecido )

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Um Ritual para encontrar uma Fada

                     
                 
Este ritual foi retirado do site Francesca De Grandis's Wiccan & Faery  Grimoire. 

 É um ritual da Faery Wicca.

Não use luz muito forte. As fadas são selvagens, e isso poderia assustá-las

1- Feche os olhos e se concentre. Visualize uma pequena fada vindo até você.

2-Imagine-a sobre você, batendo suas asas. Visualize que ela está cobrindo-o com sua beleza e magia. Absorva esta energia por um minuto.

3- Agradeça pela visita da fada com cortesia. 

Pergunte seu nome. Se a fada não o disser, termine a visita.

 Quando encontramos alguém no plano psíquico que não diz seu nome, é porque algo não saiu como deveria. 

Então, cortesmente, encerre a visita e lentamente volte, abrindo os olhos.

4-Nunca faça um acordo com uma fada.

 Com qualquer ser que habita o plano psíquico, esses acordos são bastante perigosos. 

5-Ofereça algo que você possa deixar do lado de fora de sua casa como oferenda, pode ser algum tipo de comida, como uma maçã, ou alguma bebida. 

Deixe do lado de fora da casa por toda a noite.

6-Caso a fada tenha dito seu nome e o encontro prosseguido, você pode perguntar algo a ela.

 Depois, se despeça, diga adeus, e volte lentamente da sua visualização. 

Sinta como se você estivesse se desligando das energias do plano que você acabou de visitar e volte lentamente a este plano.

As Fadas que Protegem o Lar



                                         
                                              
                                                As Fadas que Protegem o Lar

Ban-tee: estas palavras têm o significado literal de dona de casa. 

As fadas Ban-tee podem ser encontradas a vigiar as crianças e os pequenos animais de estimação. 

Dizia-se na antiguidade que executavam todas as tarefas das mães quando estas estavam demasiado cansadas ou enquanto dormiam. 

Nessa altura eram elas que protegiam as crianças, evitando que corressem qualquer tipo de risco.

 A fada Ban-tee adora morangos frescos, cremes doces e tudo o que pede em troca destas guloseimas é que a deixem vigiar o lar.

Brownie de origem escocesa, tem um aspecto físico pouco feminino, a pele escura e aparece sempre vestida de verde, azul ou castanho, com uma pequena capa sobre os ombros. 


Procura um ser humano que aceite os seus préstimos e dedica-se a ele para toda a vida. Mas para que isso aconteça a pessoa tem de ser humilde, simpática e meiga.

É esta fada que pode afastar de casa todos os maus espíritos. Procura sempre uma casa quente, mas não admite a existência de gatos. 

Adora receber como presentes leite, mel e pequenos objectos feitos em madeira.

Gan-cahn-ock: de origem irlandesa tem os olhos rasgados e as orelhas bicudas.

 Distingue-se por ser muito pequena e por ter um sorriso maquiavélico. 

Tem umas asas minúsculas que podem aparecer e desaparecer e adora pregar partidas aos seres humanos, principalmente aos jovens.

 Gosta de estar em locais quentes, de receber leite com açúcar e quando se dedica a um lar específico, protege-o de roubos e incêndios.


Tomtra: do sexo masculino, aparece sempre com uma capa verde e um fato castanho, cor de terra.

 É de origem finlandesa e adopta uma casa onde permanece a tempo inteiro, mas para que isso aconteça tem de se sentir recompensada.

 Caso não existam contrapartidas, pode tornar-se vingativa, acabando com toda a boa sorte do lar. 

Deve receber doces, geleia e mel puro em pequenas tigelas de vidro.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Unicórnio

                                  
                    
                                                UNICÓRNIO 

 Também conhecido como licórnio, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. 

Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém, são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.

Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.

Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. 

Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:

"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. 

Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caçá-lo." 

A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. 

Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio, no Ocidente faz parte do grande número de monstros e animais fantásticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helenísticas.

É citado no livro grego Physiologus, do século V d.C, como uma correspondência do milagre da Encarnação. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarnação de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da mãe de Cristo: nessa operação teológica, o unicórnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.


Representações profanas do unicórnio encontram-se em tapeçarias do Norte da Europa e nos cassoni (grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos, dos séculos XV e XVI. O unicórnio também aparece em emblemas e em cenas alegóricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.

A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão d'armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.
Na astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.

O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa de Babilônia, Voltaire incluí um unicórnio como montada do herói Amazan.

Modernamente, na obra de J. K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo, porém o ato de matar uma criatura tão pura para beber-lhe o sangue dava, ao praticante de tal ação, apenas uma semi-vida - uma vida amaldiçoada.

 No livro, diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Também é interessante observar, ainda na obra de Rowling, que a varinha do personagem Draco Malfoy possui o núcleo de pêlo de unicórnio.

Noutro livro, "Memórias De Idhún", de Laura Gallego García, o unicórnio é uma das personagens principais da história, sendo parte de uma profecia que salva Idhún dos sheks.

 Em Memórias De Idhún, o unicórnio está no corpo de Victoria.

Em 2008, um "unicórnio" nasceu na Itália. O animal, obviamente não é parte de uma nova espécie. 

Mas sim uma corça (pequena espécie de cervídeo europeu) que nasceu com somente um chifre. 

Pesquisadores atribuem o corrido a um "defeito genético".


     História e lendas

 Acredita-se que o Elasmotherium deu origem ao mito moderno do Unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.

Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.

Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado por locais onde homens caçavam o animal. 

Fadlan, inclusive, afirma ter visto potes feitos com chifres do unicórnio.

Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio.

 As ossadas encontradas na Alemanha eram possivelmente de Mamute com outros animais, montados por humanos de forma equivocada.

A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com firmeza.

 Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. 

Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época, que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fada



                                         "Fada "

Tua figura suave 
delicada 
nem parece que vive, parece bordada,
- como a boneca de seda de um desenho
de uma antiga almofada
que eu tenho...

Teus gestos, teus embaraços
fazem lembrar finos traços de uma filigrana,
e tão frágeis me parecem, tuas mãos, teus braços,
que nem sei se és de carne ou se és de porcelana...

Bonequinha de louça , linda moça,
tua alma é um fio de seda, estou bem certo,
e a minha imaginação criou para o teu destino uma lenda encantada:

- jura que tu fugiste de algum livro
e que eras a ilustração
de uma história de fada !


( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"