quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Um Ritual para encontrar uma Fada

                     
                 
Este ritual foi retirado do site Francesca De Grandis's Wiccan & Faery  Grimoire. 

 É um ritual da Faery Wicca.

Não use luz muito forte. As fadas são selvagens, e isso poderia assustá-las

1- Feche os olhos e se concentre. Visualize uma pequena fada vindo até você.

2-Imagine-a sobre você, batendo suas asas. Visualize que ela está cobrindo-o com sua beleza e magia. Absorva esta energia por um minuto.

3- Agradeça pela visita da fada com cortesia. 

Pergunte seu nome. Se a fada não o disser, termine a visita.

 Quando encontramos alguém no plano psíquico que não diz seu nome, é porque algo não saiu como deveria. 

Então, cortesmente, encerre a visita e lentamente volte, abrindo os olhos.

4-Nunca faça um acordo com uma fada.

 Com qualquer ser que habita o plano psíquico, esses acordos são bastante perigosos. 

5-Ofereça algo que você possa deixar do lado de fora de sua casa como oferenda, pode ser algum tipo de comida, como uma maçã, ou alguma bebida. 

Deixe do lado de fora da casa por toda a noite.

6-Caso a fada tenha dito seu nome e o encontro prosseguido, você pode perguntar algo a ela.

 Depois, se despeça, diga adeus, e volte lentamente da sua visualização. 

Sinta como se você estivesse se desligando das energias do plano que você acabou de visitar e volte lentamente a este plano.

As Fadas que Protegem o Lar



                                         
                                              
                                                As Fadas que Protegem o Lar

Ban-tee: estas palavras têm o significado literal de dona de casa. 

As fadas Ban-tee podem ser encontradas a vigiar as crianças e os pequenos animais de estimação. 

Dizia-se na antiguidade que executavam todas as tarefas das mães quando estas estavam demasiado cansadas ou enquanto dormiam. 

Nessa altura eram elas que protegiam as crianças, evitando que corressem qualquer tipo de risco.

 A fada Ban-tee adora morangos frescos, cremes doces e tudo o que pede em troca destas guloseimas é que a deixem vigiar o lar.

Brownie de origem escocesa, tem um aspecto físico pouco feminino, a pele escura e aparece sempre vestida de verde, azul ou castanho, com uma pequena capa sobre os ombros. 


Procura um ser humano que aceite os seus préstimos e dedica-se a ele para toda a vida. Mas para que isso aconteça a pessoa tem de ser humilde, simpática e meiga.

É esta fada que pode afastar de casa todos os maus espíritos. Procura sempre uma casa quente, mas não admite a existência de gatos. 

Adora receber como presentes leite, mel e pequenos objectos feitos em madeira.

Gan-cahn-ock: de origem irlandesa tem os olhos rasgados e as orelhas bicudas.

 Distingue-se por ser muito pequena e por ter um sorriso maquiavélico. 

Tem umas asas minúsculas que podem aparecer e desaparecer e adora pregar partidas aos seres humanos, principalmente aos jovens.

 Gosta de estar em locais quentes, de receber leite com açúcar e quando se dedica a um lar específico, protege-o de roubos e incêndios.


Tomtra: do sexo masculino, aparece sempre com uma capa verde e um fato castanho, cor de terra.

 É de origem finlandesa e adopta uma casa onde permanece a tempo inteiro, mas para que isso aconteça tem de se sentir recompensada.

 Caso não existam contrapartidas, pode tornar-se vingativa, acabando com toda a boa sorte do lar. 

Deve receber doces, geleia e mel puro em pequenas tigelas de vidro.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Unicórnio

                                  
                    
                                                UNICÓRNIO 

 Também conhecido como licórnio, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. 

Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém, são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.

Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.

Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. 

Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:

"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. 

Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caçá-lo." 

A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. 

Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio, no Ocidente faz parte do grande número de monstros e animais fantásticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helenísticas.

É citado no livro grego Physiologus, do século V d.C, como uma correspondência do milagre da Encarnação. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarnação de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da mãe de Cristo: nessa operação teológica, o unicórnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.


Representações profanas do unicórnio encontram-se em tapeçarias do Norte da Europa e nos cassoni (grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos, dos séculos XV e XVI. O unicórnio também aparece em emblemas e em cenas alegóricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.

A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão d'armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.
Na astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.

O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa de Babilônia, Voltaire incluí um unicórnio como montada do herói Amazan.

Modernamente, na obra de J. K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo, porém o ato de matar uma criatura tão pura para beber-lhe o sangue dava, ao praticante de tal ação, apenas uma semi-vida - uma vida amaldiçoada.

 No livro, diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Também é interessante observar, ainda na obra de Rowling, que a varinha do personagem Draco Malfoy possui o núcleo de pêlo de unicórnio.

Noutro livro, "Memórias De Idhún", de Laura Gallego García, o unicórnio é uma das personagens principais da história, sendo parte de uma profecia que salva Idhún dos sheks.

 Em Memórias De Idhún, o unicórnio está no corpo de Victoria.

Em 2008, um "unicórnio" nasceu na Itália. O animal, obviamente não é parte de uma nova espécie. 

Mas sim uma corça (pequena espécie de cervídeo europeu) que nasceu com somente um chifre. 

Pesquisadores atribuem o corrido a um "defeito genético".


     História e lendas

 Acredita-se que o Elasmotherium deu origem ao mito moderno do Unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.

Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.

Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado por locais onde homens caçavam o animal. 

Fadlan, inclusive, afirma ter visto potes feitos com chifres do unicórnio.

Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio.

 As ossadas encontradas na Alemanha eram possivelmente de Mamute com outros animais, montados por humanos de forma equivocada.

A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com firmeza.

 Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. 

Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época, que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fada



                                         "Fada "

Tua figura suave 
delicada 
nem parece que vive, parece bordada,
- como a boneca de seda de um desenho
de uma antiga almofada
que eu tenho...

Teus gestos, teus embaraços
fazem lembrar finos traços de uma filigrana,
e tão frágeis me parecem, tuas mãos, teus braços,
que nem sei se és de carne ou se és de porcelana...

Bonequinha de louça , linda moça,
tua alma é um fio de seda, estou bem certo,
e a minha imaginação criou para o teu destino uma lenda encantada:

- jura que tu fugiste de algum livro
e que eras a ilustração
de uma história de fada !


( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Mundos Encantados



“Mundos encantados existem porque a criança que está dentro da gente nunca morre.

Os caminhos podem ser mais obscuros, porém ainda assim podemos achá-los.

Ainda existem árvores que falam e cavernas que levam a reinos escondidos .

As fadas e os elfos sempre existirão na natureza porque eles sempre dançarão dentro dos
nossos corações.” 

Ted Andrews

Faça dar certo ....



"Cante, feche os olhos e deixe a mágica da música te levar para o mundo das fadas.
Lá, dance deixe a magia te elevar para que possa voar.

No ar, sorria e se deixe apaixonar pelo olhar.
O mundo real também pode ser um conto de fadas, se você pode ser o que quiser, seja feliz, o final da história é você quem faz. 

Faça dar certo..."


As fadas das relvas


                                  AS FADAS DAS RELVAS

As Fadas sobrevoam as Relvas, lançando salutares e revigorantes energias sobre as Plantas. É comum em meio a esta tarefa dançarem em graciosos círculos, sempre comandadas por uma Entidade Superior de seu Reino como um Deva.

Estas Fadas de pequena estatura (entre 6 a 10 cm), pertencem a uma singular espécie. Sua aparência como das demais Fadas é Feminina, contudo apresentam um claro diferencial; suas Asas são de formato Oval.

A Fada das crianças



                                 A FADA DAS CRIANÇAS

Do seu longínquo reino cor-de-rosa,
Voando pela noite silenciosa,
A fada das crianças vem, luzindo.
Papoulas a coroam, e, cobrindo
Seu corpo todo, a tornam misteriosa.

À criança que dorme chega leve,
E, pondo-lhe na fronte a mão de neve,
Os seus cabelos de ouro acaricia –
E sonhos lindos, como ninguém teve,
A sentir a criança principia.

E todos os brinquedos se transformam
Em coisas vivas, e um cortejo formam:
Cavalos e soldados e bonecas,
Ursos e pretos, que vêm, vão e tornam,
E palhaços que tocam em rabecas…

E há figuras pequenas e engraçadas
Que brincam e dão saltos e passadas…
Mas vem o dia, e, leve e graciosa,
Pé ante pé, volta a melhor das fadas
Ao seu longínquo reino cor-de-rosa.

Fernando Pessoa

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Tamanho das fadas


                                   Tamanho das fadas

A diferença no tamanho atribuída à raça tem muito estranhamente variado com o tempo e os costumes locais.

 Ao mesmo tempo que os elfos são pequenos o suficiente para rastejar pelo buraco da fechadura, e uma única batata é tanto quanto um deles pode levar, eles também podem se assemelhar a humanos, com quem podem formar alianças, e para quem eles podem ser servidores, enquanto alguns estão ainda a ser ditos como gigantes, em cujo seio as mulheres mortais são crianças apenas.

A mesma peculiaridade existe na crença teutônica. Às vezes, o elfo é um ser anão que entra através da fechadura e fendas de janela, em outros momentos um grande homem.

 Na Escandinávia, o Troll pode aparecer em um conto como um gigante maior que dois homens e em outro como um anão pequeno.

Tempo de vida Fadas são conhecidas por viverem mais que os homens.

 Alguns até dizem que elas são eternas, eu pessoalmente acredito que imortalidade seja privilégio apenas dos deuses, mas enfim.

 O período de tempo pode variar entre 100 e 3000 anos de acordo com as várias espécies. 

Os Goblins, por exemplo, vivem entre 300 e 400 anos. Porém, devo ressaltar que o tempo é diferente no Mundo das Fadas e no mundo dos humanos.

Anatomia das Fadas


                            Anatomia das Fadas

As fadas são geralmente descritos como humanos na aparência e tem poderes mágicos muito fortes.


 Embora na cultura moderna, são muitas vezes retratadas como humanóides jovens, às vezes alado, de pequena estatura, que originalmente foram retratados pelos celtas de maneira bem diferente: altas, radiante, seres angelicais ou curtos, trolls enrugados sendo estes apenas alguns dos mencionados normalmente.

Fadas pequeninas de um tipo ou outro foram registradas ao longo dos séculos, mas ocorrem junto com registros de fadas do tamanho humano, as quais têm sido descritas como variando em tamanho desde muito pequenas até o tamanho de uma criança humana.

 Mesmo quando eram tidas com grande altura era tida a crença de que podiam modificar sua estatura como quisessem.

Asas, embora comuns em obras de arte vitoriana e depois de contos de fadas, são muito raros no folclore, até mesmo fadas muito pequenas voavam com a magia, às vezes voando em talos de flores, folhas ou nas costas dos pássaros. 

Hoje em dia, fadas são muitas vezes representadas com asas de insetos comuns ou asas de borboleta, mas no âmbito espiritual essa visão não é muito aceita.

Vários animais também têm sido descritos como fadas. Às vezes, isso é o resultado de forma inconstante em que as fadas podem se apresentar, como no caso das selkies (povo foca – seres que vivem a maior parte do tempo em forma de foca e se transformam em humanos quando quiserem seduzir algum humano – da mitologia irlandesa), ou dos kelpies (espiritos aquaticos malignos que espreitavam os lagos da escócia, possivel origem para a lenda do monstro do Lago Ness).

Corpo astral O reverendo Robert Kirk, o ministro da Paróquia de Aberfoyle, Stirling, na Escócia, escreveu em 1691:

"Esses Siths ou fadas que eles chamam de Sleagh Maith ou as Pessoas Boas ... Diz-se seres de natureza média entre os homens e os deuses; de inteligentes espíritos fluidos e corpos de luz mutáveis ( os chamados Corpos Astrais) se assemelhando um pouco com a natureza de uma nuvem condensada, e melhor vistos no crepúsculo. 

Estes corpos são tão flexíveis que esses Espíritos podem aparecer ou desaparecer a seu bel prazer. "- da The Secret Commonwealth of Elves, Fauns and Fairies."

Teosofistas acreditam que devas, espíritos da natureza, elementais (gnomos, ondinas, silfos e salamandras) possuem corpos etéreos que são compostas de matéria etérica, um tipo de matéria mais fina e mais pura que é composta de partículas menores do que a matéria ordinária do plano físico. 

Essas fadas só podem ser observadas quando o terceiro olho é ativado ou quando elas por vontade própria se mostrarem.

Deformidades muitas vezes pode-se identificar um membro da raça de fadas por certas deformidades.

 Nas terras altas da Escócia, por exemplo, as mulheres fadas muitas vezes tinham só uma narina ou nenhuma narina. Elas também eram conhecidas por seus seios extraordinariamente grandes, que jogavam sobre seus ombros (e de fato, este defeito foi encontrado em contos folclóricos em toda a Europa).

 Alguns tinham cascos de veado, escondidos abaixo de seus longos vestidos verdes.

Nos países escandinavos, os Huldrefolks (seres da mitologia nórdica que sempre enganavam os homens) eram frequentemente bonitos pela frente, mas na parte de trás podiam ser ocos.

 Assim, um homem encantado com a sua magia e música poderia, se ele ainda tinha seu juízo, dizer, `Vire e me deixe preencher seu lado vazio", a mulher Huldre poderia desaparecer ou virar-se, e assim o encantamento seria quebrado e ela enfim seria um ser completo.

 Outros tinham costas que eram ásperas como pinhas. Algumas das mulheres Huldres tinham caudas de vaca, que eram escondidos sob seus vestidos.

Poderes Mágicos das Fadas

      

                            Poderes Mágicos das Fadas

A energia das fadas geram estímulos além do normal.Ela é tão intensa que confunde os sentidos e altera nossos estados de consciência.

As fadas aprenderam à controlar parte das energias do Universo e por virtude de não estarem limitados por barreiras físicas,são capazes de demonstrar muitos desses poderes.

A maioria das fadas e duendes não dispõem de meios significativos de ataque ou ofensa,portanto,para auto defesa,contam com outras habilidades,as quais incluem:

1.Glamour

2.Levitação
3.Invisibilidade
4.Mudança de forma
5.Capacidade de trazer boa sorte ou azar
6.Agilidade e perícia artesanal
7.Desenvolvidos dons musicais
8.Controle sobre o tempo e fenômenos atmosféricos
9.Conhecimento dos grandes segredos da cura,energias telúricas e tesouros ocultos
10.Capacidade de induzir sono e estados alterados de consciência 


Retirado de ENCHANTMENT OF FAERIE REALM,de Ted Andrews,Llewellyn,1993.

Características das fadas



                           Características das fadas 



O termo fada geralmente se aplica a quatro tipos de entidades:

Seres com poderes sobrenaturais e que habitam o éter.

Certos monstros e demônios que tenham algumas das características de fadas.

Fadas naturais, da natureza ou elementais: Fadas que se acreditava serem alguns dos espíritos que povoam todos os lugares e objetos na Terra, todos os elementos.

 As fadas da natureza podem ser sereias, ondinas, espiritos das árvores e etc.

Pessoas do país das fadas, povo das fadas (A que vou me ater nesse post) ou as fadas verdadeiras, ou ainda raça Elfin. 

Pessoas do país das fadas ou povo das fadas, de acordo com a crença celta, são uma raça de seres, os homólogos da humanidade em pessoa, possuem ocupações e prazeres, mas são insubstânciais, normalmente invisíveis, silenciosos em seus movimentos, e tendo como suas habitações subterrâneas os montes verdes de rocha ou terra. 

Eles são geralmente diminutos (menores que os humanos), geralmente muito pequenos como um pigmeu. Podem tornar-se invisíveis e visível à vontade, muitas vezes colocando e tirando um acessório ou capa mágica.

Sua cor preferida é verde, não só para o vestido, mas às vezes para pele e cabelo, bem como, outras vezes podem preferir o mais pálido dos brancos ou o mais sangrento dos vermelhos.

Fadas são geralmente consideradas inofensivas. Elas se deleitam em pregar peças; ordenhar vacas no campo, sujando roupas no varal, apropriando-se de alimentos, coalhar o leite e etc. Algumas fadas são ainda vistas como benevolentes, tendo dinheiro ou comida para dar aos pobres, oferecendo brinquedos para crianças, ou a neutralização dos feitiços ou pragas contra pessoas inocentes.

Elas são viciadas em visitar os redutos dos homens, às vezes, para dar assistência, mas com mais freqüência para tirar o benefício de seus produtos e trabalhos, e às vezes até das próprias pessoas.

 Elas podem estar presentes em qualquer lugar sem que os mortais possam vê-las. Sua interferência não é sempre sinônimo de fazer o bem, no final, pode se até revelar destrutiva. Se ofendida, uma fada vai retaliar com vingança resoluta; punições comuns contra ofensas humanas são queimar casas e saquear lavouras.

Etimologia da palavra fada


                           Etimologia  da palavra fada 

A palavra fada deriva do Inglês Médio faierie (também fayerye, feirie, fairie), um empréstimo direto do francês antigo faerie (Em francês moderno féerie), que significa a terra, território ou atividade característica (ou seja, encantamentos) das pessoas lendárias do folclore chamadas (em francês antigo) Faie ou FEE (Francês Moderno Fée).

Faie derivado do antigo latim fata (uma das Parcas personificadas, portanto, um espírito guardião ou tutelar, portanto, um espírito em geral), cf. Italiano fata, espanhol hada da mesma origem, português Fada também com origem em latim.

Fata, embora tenha se tornado um substantivo feminino nas línguas românicas, era originalmente o plural neutro ("os destinos") de fatum, particípio passado do verbo fari falar, portanto, "coisa falada, a decisão, o decreto" ou "declaração profética, previsão ", daí o" destino fado ". Foi usado como o equivalente do grego Μοῖραι Moirai, as Parcas personificadas que determinaram o curso e o fim de vida humana.

Outros termos:
Folk Fair (povo das fadas) é um nome galês, frequentemente utilizado na literatura e nos mitos escandinavos.

Daoine Sidhe: A palavra irlandesa para fada é sheehogue [sidheog], um diminutivo de SHEE (como no banshee). As fadas são deenee Shee [daoine sidhe] (povo das fadas).

The Little People (o pequeno povo): um termo recente para caracterizar as fadas diminutas que provavelmente começam a aparecer nos contos de fadas da era vitoriana.

Boa Vizinhança ( Good Neighbours) é da Escócia. Ele teve sua origem no desejo de nunca ofender com rotulações. O povo das fadas poderia estar ouvindo, e ficariam satisfeitos quando as pessoas falavam bem deles, e com raiva quando falavam mal ou de maneira inapropriada ou desdenhosa. O mesmo sentimento levou os celtas irlandeses a chamá-los de povo honesto" (daoine Coire) ou `povo bondoso '(daoine Matha).

As Crianças Verdes ( The Green Children) foi usado na literatura medieval e versões é usado frequentemente no tema moderno ambientado na fantasia literária.Esse termo criou muitas variações, como Greenies e Greencoaties entre outros.

As pessoas em silêncio (o povo de paz, o povo ainda, ou silenciosamente, movendo pessoas) vem do gaélico irlandês e escocês, o povo de Sith.


 O nome sith refere-se a 'paz' ou o silêncio do movimento no ar, em contraste com a agitação e o barulho que acompanha os movimentos e ações dos homens.

 As fadas vêm e vão com passos silenciosos, e seus roubos ou sequestros são feitos em silêncio e surpresa para os homens. 

Elf(ves) (Elfos) significa também das fadas e derivado da palavra alfar das línguas nórdicas e teutônicas que está associado com montanhas e água. 

Isso ilustra claramente a estreita relação entre fadas e e a terra.

As criaturas referidas como fadas ou fe'es (acento sem separação), fadas e Faeries em línguas românicas e em inglês são de modo algum confinado à cultura europeia ocidental. 

Sob um nome ou outro, elas são encontrados em todo o mundo, porém são mais freqüentemente conhecidos na Europa e na Ásia, menos freqüentemente encontrou-se termos referidos na América e África. 

Centenas de criaturas diferentes são reunidas sob o termo guarda-chuva 'de fadas'. Como veremos a frente, Fadas são um tipo de povo e não um único ser.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Canção para chamar as fadas





"Venham fadas para a sua morada!
Venham para a sua hora dourada!
Venham até nós por favor!
Fadas dancem com louvor!
Espíritos do Ar!
Formosas criaturas do lar!
Venham fadas, venham me abraçar!
Estou aqui para te contemplar!
Venham para a minha canção!
Me ajude com a sua varinha de condão!
Venham enfeitar a natureza!
E seduzir todos com sua mágica pureza!"